Uma dica simples, fácil e de acesso a todos!

Uma dica simples, fácil e de acesso a todos!

Você já reparou quanta vezes você mastiga ou quanto tempo você gasta para almoçar ou jantar? É bom começar a reparar, pois se quer melhorar sintomas de alergias respiratórias, melhorar a absorção de nutrientes, performance, reduzir a fadiga muscular, dores estomacais, gases, estufamento, e começar a tratar a sua microbiota intestinal, repare como anda a sua mastigação. O ideal é mastigar em média de 25 a 33x dependendo do alimento. A mastigação insuficiente, gera a produção de alimentos mal digeridos no intestino, formando macromoléculas que agridem a mucosa intestinal, não deixando que vários nutrientes sejam absorvidos pelo intestino, e alimentando bactérias patogênicas ou gram negativas, dessa forma acaba aumentando a permeabilidade intestinal, favorecendo a translocação dos lipopolissacarídeos, gerando a alergenicidade e autoimunidade. Lembramos que 60% das células de defesa do corpo são produzidas dentro do intestino e o próprio exercício intenso já favorece o aumento da permeabilidade intestinal, associe a pressa para comer mais o exercício intenso ao qual a maioria de nós fazemos todos os dias ou quase todos os dias, por isso é comum vermos atletas e até mesmo praticantes de atividade física, com dificuldade respiratórias, fadiga muscular, quadros de diarreias frequentes, e muitos outros sintomas ao qual passam as vezes despercebidos. Uma pequena mudança com um custo zero e a mudança de um hábito simples, já provocaria grande melhoras desses sintomas e de muitos outros. Cuidar da mastigação é fundamental, evitar líquidos durante as refeições também, e quando necessário haver a introdução de enzimas digestivas, fibras prebióticas, probióticos, glutamina e zinco. Essa é a dica para já começar a partir de hoje! > Por Helton Finocchio Nutricionista...

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Qual a relação entre cortisol, risco de fraturas e perda da massa muscular?

O cortisol é o grande hormônio do estresse, existem vários fatores que nos fazem aumentar os níveis de estresse como: ansiedade, discussões, problemas familiares e financeiros, noites mal dormidas e outros. O estresse, quando gerado, irá liberar mais CRH (hormônio corticotrofina) que é sintetizado no hipotálamo, que tem como função a liberação de ACTH (hormônio adrenocorticotrófico), também denominado corticotrofina, pela adeno-hipófise que irá aumentar a liberação de cortisol. Quando libera o hormônio CRH reduz a produção de beta endorfinas, dopamina, aumenta a chance de quadros de depressão, sintomas de tristeza. Quando o eixo hipotalâmico trabalha mais, a supra renal produz mais aldosterona que em consequência irá aumentar a capacidade de reter sódio e retendo mais água e aumentando a pressão, formando mais edema, que irá promover a retirada de minerais nos ossos, deixando eles mais frágeis e com maiores riscos de fraturas, e menor produção de neutrófilos tendo uma queda na resposta imune. E a consequência do excesso de cortisol produzido, acaba aumentando muita aldosterona e reduz a produção dos hormônios esteroidais DHEA (Desidroepiandrosterona) e DHEAS que são responsáveis pela produção de testosterona, menos testosterona, maior perda da massa muscular, queda da libido, e aumento da progesterona gerando mais hipercortisolismo. Como modular isso? Ficando menos estressado, claro, e introduzindo nutrientes como; Vitamina C (camu- camu, caju, acerola) theanine (chá preto e chá verde) fosfatidilserina (arroz integral, vegetais verde folhosos e peixes), beta- sitosterol (abacate e oleaginosas), unha de gato (chá ou manipulação). Vale lembrar que a intervenção nutricional é do Nutricionista, mas quem dá o diagnóstico é o médico, através do exame salivar de cortisol que é o mais seguro. > Por Helton Finocchio Nutricionista...

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Dica simples e rápida para hidratação após a atividade física de longa duração!

Dica simples e rápida para hidratação após a atividade física de longa duração!

Uma forma prática e viável acompanhar mudanças no peso corporal antes e depois do exercício para verificar se o consumo de líquidos durante o exercício foi suficiente.   Exemplo: se a urina apresentar uma coloração amarela escura, volume pequeno e odor forte, o atleta ainda está desidratado e deve continuar ingerindo líquidos, a perda de 1 kg equivale a 1litro de líquido perdido. Nesse período não é interessante tomar somente água, uma vez que ela causará uma diurese mais intensa, então o ideal é consumir eletrólitos, frutas e verduras como passado na última publicação. O estresse do exercício é acentuado pela desidratação, que aumenta a temperatura corporal, prejudica as respostas fisiológicas e o desempenho físico e produz riscos para a saúde. > Por Helton Finocchio Nutricionista  ...

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Alimentos ricos em água

Alimentos ricos em água

Devido ao forte calor nessa época do ano e as temperatura altíssimas nos últimos dias, devemos nos preocupar com hidratação não só de água, mas também dos alimentos ricos em água, esses devem ser consumidos em todas épocas, mas em especial no verão e principalmente quem faz atividade física ao ar livre. Pois quando sentimos sede já estamos iniciando uma desidratação, a qual irá comprometer desde a coordenação motora até a perda da performance física e mental. Na tentativa de se evitar essa desidratação, alguns alimentos são bastante ricos em água, e outros nutrientes ao qual ira ajudar na reposição dos eletrólitos, e são ricos em compostos antioxidantes que irão ajudar no reparo da células alteradas. Dar preferência a saladas cruas e frutas ricas em água, é uma boa estratégia para se evitar a desidratação. Vejam abaixo a quantidade de água por 100 gramas de alimento. > Verduras e Porcentagem de água Agrião – 90% Alface – 96% Cenoura – 90% Tomate – 94% Pepino – 96% Brócolis – 92% > Frutas e Porcentagem de água Melancia – 96% Melão – 90% Abacaxi – 87% Banana – 74% Morango – 90% Maçã – 87% Pera – 85% > Por Helton Finocchio...

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Entenda o que é pisada supinada e previna possíveis lesões

Entenda o que é pisada supinada e previna possíveis lesões

Corredores que possuem o tipo de pisada supinada concentram a maior parte do apoio na borda externa do pé e podem ser reconhecidos pelas pernas arqueadas, estilo “cowboy”. Dependendo do nível de supinação, esse desvio postural pode sobrecarregar as articulações dos pés, joelhos e quadril, causando lesões e prejudicando o desempenho do atleta. Doutor em ortopedia pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Traumatologia Esportiva, Ricardo Cury explica que esse tipo de pisada força principalmente os tendões e ligamentos localizados na área do tornozelo, mas também é prejudicial para a região das pernas e quadril. “Essa sobrecarga gera má distribuição da força e pode ocasionar dores em decorrência de inflamações nos tendões e na musculatura”, afirma o ortopedista. Essa avaliação é feita por meio de um exame postural e da baropodometria – popularmente conhecida como teste da pisada, que não só identifica o tipo de pisada mas também o nível da supinação. Quando o nível é muito acentuado, o atleta pode vir a desenvolver uma série de lesões por conta da sobrecarga e do esforço repetitivo que a prática da corrida demanda. Existem tênis apropriados para atletas com esta característica, e os treinamentos devem ter supervisão de um profissional para que se evitem...

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Sopas nutritivas e pouco calóricas

Sopas nutritivas e pouco calóricas

O friozinho aumenta a fome e fica difícil manter a dieta controlada, paralelamente ao programa de treinamento. Por este motivo, quem se preocupa com a ingestão extra de calorias geralmente opta por pratos mais leves para se manter em forma. No entanto, nem tudo o que parece ser light, realmente é. As sopas, por exemplo, podem ser mais calóricas do que se imagina. Principalmente aquelas feitas à base de leite integral, margarina, manteiga e queijos gordurosos, que podem conter até 300 calorias, segundo a nutricionista Juliana Guedes. As sopas mais indicadas são aquelas feitas de forma caseira. Ou seja, preparadas à base de legumes, com arroz, macarrão ou batata, (fontes de carboidratos), com carnes ou aves, sem pele e grãos, como feijão, ervilha ou lentilha (fontes de...

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